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Sábado, 13 de Outubro de 2007

Espaço de sentida homenagem

 

 

Um clip que passou no programa do Alvim, filmado pelo Sandro Costa, montado pelo Pedro Mouzinho e coordenado, em todas as suas fases, pelo Nuno Gervásio.  A música mais recorrente é "Nantes" (sim, a coisa bonita III) , aqui reduzida às suas notas iniciais. Agrada-me a ideia de ter conseguido reunir no mesmo vídeo os Beirut e o avô Cantigas.

publicado por Nuno Costa Santos às 00:25
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Sexta-feira, 12 de Outubro de 2007

Coisas bonitas III

publicado por Nuno Costa Santos às 02:53
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Quarta-feira, 10 de Outubro de 2007

Passear contigo, amar e fazer a Revolução





             


"Allez. Arrête de pinailler. Sois courageux. Prends-toi para la main. Et on va y aller, tous les deux, faire la révolution, tu verras ...".

(Sarkozy tentando,ao telefone, convencer Bernard-Henri Lévy a apoiá-lo nas campanha para as presidenciais francesas;  vem no último "Nouvel Observateur" que, espanto dos espantos, discute o que é ser de esquerda nos dias de hoje)
publicado por Nuno Costa Santos às 01:31
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Terça-feira, 9 de Outubro de 2007

Wilco



Sim, este Verão houve os Spoon - sobretudo os Spoon da esquisita e acolhedora "The Ghost of You Lingers". Mas também houve os Wilco, os Wilco do último, "Sky Blue Sky". "Hate it Here" é a mais rollingstoniana de todas as canções do álbum. E foi, possivelmente, a que mais passou no leitor dos meus aposentos. Aqui fica o vídeo, desenhado e concebido por um fã com o artesanato pobre das emoções caseiras.
publicado por Nuno Costa Santos às 17:29
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Segunda-feira, 8 de Outubro de 2007

Cazuza, a polémica com a "Veja" e o cepticismo de Millôr




Cortei relações com a "Veja" ao ler a biografia de Cazuza, "Só As Mães São Felizes" . A dado passo, a mãe de Cazuza conta que o filho, já bem doente e levado pelo sonho adolescente de ser capa da revista, acedeu ao pedido de uma jornalista para ser entrevistado, numa altura em que, por causa da intensa medicamentação, estava com a língua demasiado solta. Quando saiu, a "Veja" surpreendeu pela agressividade da capa: uma foto crua do cantor e um título a condizer: "Cazuza. Uma vítima da Aids Agoniza em Praça Pública". Resultado: Cazuza foi hospitalizado por causa disso - não só pela sentença de morte mas pela dúvida que, na peça, a jornalista colocava sobre o rasgo do seu trabalho. Há um tempo, reatei a relação com a revista.  Não resisti à tentação do bom jornalismo, feito com nervo e imaginação (apesar de me aborrecerem as referências constantes a toda a confraria de personagens maiores e menores do lulismo). E, sim, não será por causa da capa com o Che que direi, de novo, adeus à "Veja". Ainda não li o artigo, mas já cheirei o tom radical - e vou tentar perceber, com a minha pulsão anti-heróis, se há real fundamento para achar que os pés deste mito também são de barro. O que já li - e o que não dispenso, mesmo achando que ele não está na melhor das formas - foi a coluna de Millôr Fernandes. São do texto da edição da "Veja" sobre o Che, "20 (Vinte) Refleqções Auto-Referentes", as três frasezinhas de Millôr aqui copiadas  (curiosamente, até se podem relacionar com a polémica do momento):

"A cada dia aumenta em mim a sensação perturbadora de ser feliz num mundo em que isso é considerado reacionário".

"Cada vez mais cético, não acredito nem no refluxo da maré. Sei que um dia ela não volta".

"Muitos dão a vida por sua crenças. Nunca arrisquei a vida pelo meu ceticismo".
publicado por Nuno Costa Santos às 16:20
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Domingo, 7 de Outubro de 2007

Desordem do Dia


Mãe Portuguesa Responsável

Tenho-me cruzado com o anúncio um pouco por toda a cidade de Lisboa: Mãe Portuguesa Responsável Toma Conta de Crianças. Sim, isso. Mãe. Portuguesa. Responsável. Toma Conta de Crianças. A condição de mãe e a nacionalidade da mãe começam a contar no negócio do babysitting. Não é mãe alemã, moçambicana, ucraniana, chinesa ou palestiniana. É mãe portuguesa.  Fiquei esclarecido em relação à disponibilidade da senhora - não se importa de trabalhar de dia ou de noite, em feriados ou ao fim-de-semana. Só ficou mesmo uma perguntinha a zumbir cá dentro, como uma mosca num snack de província: o que é isso de "mãe portuguesa responsável"?

Cozinhas preciosas

O meu problema com a ASAE não é o objectivo: em boa hora veio do céu uma autoridade para higienizar as cozinhas sujas do meu país. O meu problema com a ASAE é a forma. O  protagonismo excessivo. O facto de aparecer demasiadas vezes nas notícias com a sua capa justiceira. Ponhamos as coisas desta forma: se a ASAE fosse um super-herói era o Super Higiénico. E o Super Higiénico pode ser uma figura um bocadinho irritante. Esta semana, a ASAE entrou no território das cantinas hospitalares e fez eco disso. Há quem considere o gesto pouco excessivo. Por mim, até podem fechar tudo. Só não fechem as cozinhas das nossas avós.

O mais português

 Entre Marques Mendes e Luís Filipe Menezes, o povo laranja escolheu Menezes. O que, se virmos bem, faz todo o sentido: durante a campanha, os comentadores fartaram-se de repetir que "o PSD é o partido mais português de Portugal". Menezes é mais português do que Mendes. É mais romântico, mais inconsequente, mais apaixonado, mais arrependido. Mas Menezes tornou-se ainda mais português depois da eleição. Ao decidir que, apesar de assumir a presidência do PSD, não vai deixar a Câmara de Gaia, encarnou ainda mais o coração da nacionalidade. É como se dissesse: eu bem posso ter esta aventura extra-conjugal que não vou abandonar o conforto do lar. Um gesto comodamente lusitano.

Camacho e Santos

A ideia acompanha-me há um tempo: José António Camacho tem ar de empregado de mesa de restaurante galego. Imagino-o de calças negras e camisa branca, a servir às mesas com o ar distante de quem acha que o cliente nem sempre tem razão.  Sim, os analistas  fizeram questão de destacar: no banco ou fora dele, exibe o ar valente que Fernando Santos nunca exibiu. Agora, mesmo numa situação difícl no Benfica, o espanhol mantém o semblante duro de quem tem de servir uma imperial às mesas e não lhe apetece. Ou seja: por fora, Camacho está igual. Santos, esse, mudou, com certeza, de cara. Aliás, com a crise de resultados do Benfica, Fernando Santos, o angustiado, já se deve ter rido pelo menos uma vez.

(crónicas  que passaram no "Visita Guiada", programa das manhãs de fim-de-semana do Rádio Clube Português)
publicado por Nuno Costa Santos às 23:17
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Sexta-feira, 5 de Outubro de 2007

Mais notícias do Outono pop




Chamam-se Georgie James e fazem parte da brigada pop para a estação outonal. O álbum,  "Places", uma das novidades da Saddle Creek, é todo um programa épico e florido, capaz de alegrar a tarde de qualquer funcionário da ASAE. Ela - Laura Burhenn - tem o que se chama uma belíssima voz e o barbudo que a acompanha parece perceber da poda instrumental e deve passar a vida a ouvir as mais melódicas musiquetas dos anos sessenta e setenta (no disco de promoção assumem a paixão por, entre outros,  Richard & Linda Thompson, Kinks e Simon & Garfunkel).  A minha preferida é a  épico-lúdica "Cake Parade". Mas também recomendo as especialidades da casa "Need Your Needs", "Long Week" e "More Lights".
publicado por Nuno Costa Santos às 14:43
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Quarta-feira, 3 de Outubro de 2007

A falta de angústia da influência





Dos Super Furry Animals podemos sempre esperar coisas bonitas - e temo-las mais uma vez com o novíssimo álbum, "Hey Venus!". Mas o rapaz Jack Peñate, esse, nem o conhecíamos das compras na mercearia. O disco sai a 8 de Outubro. É a minha música para este Outono - justamente porque é primaveril. Cançonetas pop (mais pop do que as crocs da dona Juliana). Escritas e dedilhadas sem qualquer vestígio de culpa. São muitas as referências - Smiths, Clash, Housemartins, Gene - mas o rapaz toca e cantarola com total falta de angústia da influência. E isso, nestes dias, é tão bom.
publicado por Nuno Costa Santos às 15:56
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Coisas bonitas II

publicado por Nuno Costa Santos às 15:34
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