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Segunda-feira, 15 de Outubro de 2007

Convém recordar que isto do populismo não foi inventado na semana passada

No seu texto de hoje do "Público", "Populismos e Antipopulismo", Pedro Magalhães , para além de ficar bem posicionado para vencer o concurso "Eu Utilizo Aspas em Quase Tudo" , escreveu linhas de extrema lucidez e bom senso (por exemplo, a primeira frase desta passagem):

 

«Não me parece absolutamente evidente, por isso, a que passado de "responsabilidade" e "institucionalismo" a ascensão de figuras como Santana Lopes, em 2004, ou como Menezes, agora, vieram pôr fim. Há certamente muitas diferenças de estilo entre eles e aqueles que, supostamente, representam as alternativas mais "sérias", dentro e fora do PSD. Mas está por provar que as diferenças sejam de substância. Se o "populismo" for, na sua acepção mais simples, um método político através do qual a maximização dos votos e a busca do apoio do "povo" contra as "elites" se sobrepõe à exequibilidade das políticas e à representação de interesses sociais, as diferenças parecem-me, confesso, ser mais de grau e de circunstãncias do que, verdadeiramente, de espécie».

publicado por Nuno Costa Santos às 12:33
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